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mauricio saraiva
entrevista
mauricio saraiva
Mauricio Pereira Saraiva
Uma Ponte do Azul ao
Devaneio
A luminosidade que emana
das telas de
Mauricio Saraiva pode ser
traduzida como um convite
inusitado ao
santuário intocável de
azuis e de águas, ao paraíso hedônico
que se revela e nos encanta por ser, na
verdade, um pedacinho de nós mesmos, uma
centelha na pureza natural que se abriga
e brilha dentro de cada ser com
tendência a estados de êxtase e contemplação.Harmonia de tonalidades e
equilíbrio na composição nas cores refletem a serenidade, o desafio da purificação do ser diante da beleza que nos reporta a plenitude do jardim primordial, intacto e magnífico, manifestação do verbo divino materializado em paisagem exuberante que se descortina. Impelidas pela maturidade técnica e pela conquista de um linguagem pictórica repleta de delirantes – e imprevisíveis- possibilidades, as telas de Maurício anunciam o artista que garimpa os símbolos cotidiano da região do pantanal recolhe os elementos que fazem parte do universo do seu fazer artístico .Inicialmente, tendendo ao academicismo e á proposta de universalizarão de um pantanal ainda cenário, o trabalho de Saraiva envereda, com natural fluidez, para o Impressionismo realismo com um toque de surrealismo que levita nas plantas, nos peixes nos pássaros aves bichos animais nos rios do esplendente aquário natural, caminho inicialmente inaugurado por e Pissarro, salvador Dali Monet .contudo, volátil e dinâmica e mutante a própria essência do sonho , inevitavelmente, as imagens oníricas de Saraiva flutuarão por suas próprias nuvens, pelos códigos e arquétipos que se oculta nas águas insondáveis da paisagem primordial, no interior do próprio artista. Em sua produção mais recente, “arte cores na prefeitura de campo grande
mostra um pouco do carinho que o artista retrata o pantanal
de mato grosso do sul ”,
Uma Ponte do Azul ao
Devaneio
A luminosidade que emana
das telas de
Mauricio Saraiva pode ser
traduzida como um convite
inusitado ao
santuário intocável de
azuis e de águas, ao paraíso hedônico
que se revela e nos encanta por ser, na
verdade, um pedacinho de nós mesmos, uma
centelha na pureza natural que se abriga
e brilha dentro de cada ser com
tendência a estados de êxtase e contemplação.Harmonia de tonalidades e
equilíbrio na composição nas cores refletem a serenidade, o desafio da purificação do ser diante da beleza que nos reporta a plenitude do jardim primordial, intacto e magnífico, manifestação do verbo divino materializado em paisagem exuberante que se descortina. Impelidas pela maturidade técnica e pela conquista de um linguagem pictórica repleta de delirantes – e imprevisíveis- possibilidades, as telas de Maurício anunciam o artista que garimpa os símbolos cotidiano da região do pantanal recolhe os elementos que fazem parte do universo do seu fazer artístico .Inicialmente, tendendo ao academicismo e á proposta de universalizarão de um pantanal ainda cenário, o trabalho de Saraiva envereda, com natural fluidez, para o Impressionismo realismo com um toque de surrealismo que levita nas plantas, nos peixes nos pássaros aves bichos animais nos rios do esplendente aquário natural, caminho inicialmente inaugurado por e Pissarro, salvador Dali Monet .contudo, volátil e dinâmica e mutante a própria essência do sonho , inevitavelmente, as imagens oníricas de Saraiva flutuarão por suas próprias nuvens, pelos códigos e arquétipos que se oculta nas águas insondáveis da paisagem primordial, no interior do próprio artista. Em sua produção mais recente, “arte cores na prefeitura de campo grande
mostra um pouco do carinho que o artista retrata o pantanal
de mato grosso do sul ”,
entrevista
Eu tive uma oportunidade de ser entrevistado por um dos melhores
reporte de tv da rede globo José Hamilton Ribeiro
escolhi meu atelier para ser Entrevistado e mostrei minha arte para o pais não foi uma entrevista sobre arte .
mas qual o motivo , noticias que marcou mato grosso do sul estava pintando ao vivo .
e Assisti e filmei uma tragédia com uma câmera digital .
E fui convidado pela globo para ser entrevistado sobre o caso .
Morre ambientalista que ateou fogo ao corpo em protesto pela defesa do Pantanal .
então eu fui o único que tinha imagens na ora em que Francelmo
Barros ateou fogo ao corpo no calçadão da Barão, após participar de ato contra usinas
Francisco Anselmo de Barros Morreu em defensor da vida
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